VALORES MORAIS
NUMA SOCIEDADE EM MUDANÇA
I. UMA SOCIEDADE EM MUDANÇA
1. Mudanças tecnológicas
1.1. São as que nos surgem de uma forma mais visível, mais objectiva. É deslumbrante a capacidade que o homem demonstra hoje em dia nos domínios da ciência e da tecnologia. Mais impressionante é considerarmos o ritmo alucinante a que essas mudanças se têm verificado. Qualquer pessoa hoje em dia com quarenta anos pode facilmente verificar em retrospectiva o que neste domínio se tem alterado a todos os níveis. Meios de transporte, meios de comunicação, electrónica, …
2.Mudanças culturais
Referências de autores cristãos: “A explicação repousa parcialmente no facto de que uma mudança cultural não ocorre de súbito; as ideias e filosofias não são vendidas como cachorro quente numa rua do centro da cidade. Ela se desenvolve mais como uma tempestade tropical.”Certo ou errado; pág. 54
2.1. São evidentes e notórias mas bem mais sub-reptícias e de algumas delas não temos consciência ou não as compreendemos em todas as suas vertentes, nas suas origens, nas suas influências e nos seus resultados a curto, médio e longo prazo.
2.2. A cosmovisão do homem tem-se alterado profundamente no último século. De uma crença mais ou menos generalizada de que Deus existe e que tudo está a Ele subordinado ou deve estar, mudou-se para uma outra cosmovisão em que é o homem que ocupa o centro e é a medida de todas as coisas. Três grandes explosões no tecido cultural provocaram esta situação:
2.2.1. Em primeiro lugar as teorias de Darwin sobre a evolução das espécies considerando que a matéria viva veio da não viva e a inteligência do que não é inteligente. Existe uma aliança muito forte entre esta teoria evolutiva de índole pseudo-científica e as visões evolutivas espiritualistas do panteísmo, do espiritismo, do hinduísmo e do budismo e de outras correntes religiosas sincretistas.
Referências de autores cristãos: “A publicação da Origem das Espécies em 1859”, diz Ernst Mayr, da Universidade de Harvard, ‘introduziu a maior revolução intelectual desde a proclamação do cristianismo, dois mil anos antes’. As teorias de Darwin apresentaram alternativa para uma interpretação teísta das origens; Deus não era mais ‘necessário’ para explicar ou compreender como o mundo – e o homem – surgiu. Estas teorias tornaram-se conhecidas como darwinismo.Esta mudança no modo de pensar tivera êxito em convencer os homens e mulheres de que eles, e não Deus, eram os árbitros da verdade e moralidade. A razão humana havia substituído Deus como objecto da adoração do homem moderno. As realizações humanas tornaram o homem arrogante e convencido de suas próprias habilidades para criar o bem e julgar o mal. Finalmente, com a publicação e crescente aceitação das teorias de Darwin, Deus tornou-se persona non grata – desneessária e rejeitada – deixando o homem livre (pelo menos no seu modo de ver) para julgar a verdade, para chegar às suas próprias conclusões sobre o certo e o errado, independente de Deus e dos Seus decretos.”Certo ou Errado; pág. 52
2.2.2. Em segundo lugar o existencialismo que parte do princípio que a vida é um absurdo, não tem sentido nem este lhe é determinante ou relevante. Estão nesta linha filósofos e escritores como Sartre, Nietzche, etc.
2.2.3. Em terceiro lugar a conduta moral é assunto privado de cada indivíduo. Psiquiatras e psicólogos na linha de Freud e não só, estão nesta linha.
3. Mudanças morais
3.1. As que se apresentam com uma tonalidade mais intensa são as que se prendem com a sexualidade, o casamento e a família. Não é de estranhar que assim aconteça porque, sendo a família o esteio da sociedade e a sociedade o resultado das suas famílias, é precisamente aqui que se situa o ponto fulcral das mudanças.
Referências de autores cristãos: Creio que uma das principais razões de esta geração estar estabelecendo novos recordes de desonestidade, desrespeito, promiscuidade sexual, violência, suicídio e outras patologias, é por ter perdido seus suportes morais; sua crença básica na moralidade e na verdade sofreu erosão. Nas palavras do jornalista Rowland Nethaway, ‘eles não parecem distinguir o certo do errado.’Houve dias em que os filhos eram criados numa atmosfera que comunicava padrões absolutos de comportamento: algumas coisas eram certas e algumas coisas eram erradas. Os pais, ministros, obreiros para a juventude e outros adultos colaboravam num esforço de comunicar que as primeiras deviam ser seguidas e as últimas, evitadas. Em certa época, a nossa sociedade como um todo explicava o universo, a humanidade e o propósito da vida a partir da tradição judaico-cristã: a fé na existência da verdade e a crença de que todos podiam conhecê-la e compreendê-la. Uma clara compreensão do que era certo e errado dava à sociedade um padrão moral para medir o crime e o castigo, a ética nos negócios, os valores da comunidade, o carácter e o comportamento social. Ela se tornou uma lente através da qual a sociedade via a lei, a ciência, a arte e a política – a cultura como um todo. Ela oferecia um modelo coeso que promovia o desenvolvimento saudável da família e de comunidades inteiras, e incentiva a responsabilidade e o bom comportamento moral.Nossos filhos estão sendo criados numa sociedade que rejeita ao máximo as noções de verdade e moralidade, uma sociedade que, em algum ponto, perdeu a capacidade de decidir o que é verdade e o que é certo.”Certo ou Errado; pág. 31
“(…) o homem moderno não mais crê na verdade. Não mais crê na antítese. O homem moderno, seguindo Hegel, somente crê na síntese dialéctica. Há uma tese; tem-se uma antítese. Nenhuma é verdadeira ou falsa. A ‘verdade’ de hoje se apresenta somente em uma síntese. E mesmo esta síntese não é verdadeira para sempre. Amanhã aparecerá uma outra tese diferente da de hoje e da combinação destas surgirá a ‘verdade’ para o amanhã. Mas, em nenhum caso, qualquer dessas ‘verdades’ será absoluta. A verdade, no sentido clássico daquilo que representa exactamente o que é verdadeiro para todas as épocas e lugares, não existe – nem mesmo como um ideal.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 102
“O homem moderno pensa que a verdade é inatingível. Talvez as gerações que nos precederam não tenham encontrado a verdade, mas julgavam que era possível descobri-la. Eles a mantiveram pelo menos como uma aspiração. O homem moderno não mais a mantém nessa condição. Não mais espera que a verdade exista, mesmo no mundo científico. Tudo o que resta são médias estatísticas.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 102
4. Mudanças espirituais
4.1. À semelhança do homem desde a sua queda no Jardim do Éden está morto espiritualmente falando. Podem surgir diferenças aparentes mas a situação mantém-se a mesma desde esse acontecimento fatídico para a raça humana.
Referências bíblicas: Efésios 2:1Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados.
II. COMPREENDENDO AS RAZÕES QUE ESTÃO POR DETRÁS DAS MUDANÇAS
1. Cosmovisão alterada - Deus foi afastado do centro no seu lugar foi colocado o homem.
Referências de autores cristãos: “Nossa cultura moderna, da mesma forma, destronou Deus como a fonte da verdade e moralidade suprema e entronizou o homem em Seu lugar.Stanley Newbigin disse: ‘Todo tipo de pensamento sistemático tem de começar do ponto de partida.’ Na cultura ocidental, durante séculos, esse ponto de partida foi a natureza e o carácter de Deus. Os propósitos da ciência e da filosofia eram descobrir o desígnio de Deus; a arte e a música tinha como objectivo reflectir a Sua glória. A forma mais elevada de conhecimento era a teologia. A vida e a morte – assim como o significado da existência humana – eram compreendidas no contexto de um universo criado e governado por Deus, que era a Fonte de todas as coisas boas. E, mais importante ainda, os conceitos de verdade e moralidade estavam inteiramente ligados à Sua natureza e carácter. O reconhecimento de um Deus infinito, imutável, fazia sentido em relação a toda experiência humana e fornecia um fundamento valioso para as indagações sobre o que era certo ou errado.”Certo ou Errado; pág. 49
2. O homem é um ser em evolução - o pecado não existe.
Referências de autores cristãos: “Se Deus não existe, tudo é permitido.”Dostoievsky
3. Moral relativista e circunstancial - é proibido proibir. O certo e errado está em função da consciência individual ou da maioria estatística de um grupo. Pragmatismo – funciona é verdadeiro e está certo.
Referências de autores cristãos: “A maior parte dos americanos adopta uma ideia de moral chamada ‘ética cultural’. Em outras palavras, eles acreditam que o que é aceitável numa cultural é moral; se a maioria das pessoas diz que uma coisa é ‘certa’, então ela é certa.”Certo ou Errado; pág. 118
“Como alguém de outra cultura pode condenar o que fizemos, quando a nossa cultura disse que era aceitável?”Certo ou Errado; pág. 118
4. Mentalidade de vítima - "eu sou como sou e não tenho culpa de ser como seu".
5. Direitos versus deveres.
6. "Amor" sacralizado como um deus.
7. Competição religiosa - contextualização descaracterizadora - entretenimento em vez de questionamento.
8. Segue os teus instintos - moral hedonista.
Referência a autores cristãos: “(…) 0 hedonismo – isto é, cada indivíduo faz exactamente o que quer fazer. O hedonismo pode funcionar somente quando houver um só homem. Mas logo que tivermos mais de uma pessoa na sociedade, segue-se imediatamente o caos. Imagine dois hedonistas se encontrando no mesmo tronco em uma forte correnteza. Vem então o dilema. Mas o hedonismo ainda reúne muitos, ainda que eles permaneçam no sistema. Eles lá estão para seu proveito hedonístico.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 41
9. Ânsia de satisfação instantânea e soluções fáceis.
10. Pais demitidos e sem autoridade. Famílias divididas, pais divorciados. Ausência de exemplos. Falta de autoridade e de sintonia entre os cônjuges. Dificuldade em dizer que não. Hoje existe mais tempo de lazer mas menos tempo “familiar”. Todo o exército de aparelhos para a vida do lar apresentados como poupadores de tempo ironicamente levaram as famílias a passar menos tempo juntas.
Referências de autores cristãos: “A mudança mais enfática nos últimos cinquenta anos não ocorreu nas escolas; ela ocorreu na mente dos pais, que não mais aceitam a grande responsabilidade da educação de seus filhos.”Certo ou Errado; pág. 62
“Nossos filhos não estão adoptando os nossos valores e a nossa moral. Eles não compartilham as nossas prioridades e perspectivas. Não podemos culpar a mídia, não podemos culpar a sociedade nem podemos culpar o governo, não podemos culpar o Supremo Tribunal nem as escolas públicas – eles não têm a obrigação de comunicar valores bíblicos aos nossos filhos – nós temos!”Certo ou Errado; pág. 68
“(…) é minha responsabilidade, e de ninguém mais, ensinar valores morais firmes para meus filhos, valores baseados na verdade bíblica, que os capacitem a fazer escolhas morais num mundo imoral.”Certo ou Errado; pág. 71
Referências bíblicas: Provérbios 22:6Ensina a criança no caminho em que deve andar,E ainda quando for velho não se desviará dele.
11. Pseudo-autoridades científicas no domínio da psicologia, psiquiatria, pedagogia, sociologia, antropologia. Teorias como as da psicologia não directiva de Carl Rogers.
12. Uma escola amoral.
Referências de autores cristãos: “Nossos jovens estão sendo educados em escolas que professam oferecer educação ‘livre de valores, moralmente neutra’.”Certo ou Errado; pág. 31
“Se um conselheiro disser aos adolescentes que o que é certo ou errado é uma decisão só deles, estará transmitindo uma filosofia que nega a existência dos padrões supremos de verdade e moralidade.”Certo ou Errado; pág. 32
“(…) nestes dias, os pais esperam que profissionais eduquem os seus filhos.”Certo ou Errado; pág. 62
13. Meios de comunicação apostados em perverter os valores morais tradicionais de forma a acender a polémica e a atrair as audiências. Tendo por princípio os níveis de audiência e o consumismo dá-se o que as pessoas gostam e querem ver, e não o que elas precisam de ver. Esta posição é entendida como paternalista. A mentalidade instalada assume o princípio de que cada um sabe o que quer.
Referências de autores cristãos: “… eles são bombardeados com milhares de homens de sons e imagens que glorificam a imoralidade e zombam dos valores bíblicos.” Certo ou Errado; pág. 31
“Primeiro, a mídia de massa encolheu o mundo e permitiu a disseminação de notícias e ideias. Por causa da mídia de hoje, o mundo é menor do que nunca; os seus conflitos estão mais próximos, e os problemas são mais imediatos. (…) Mas esta ‘aldeia global’, criada pela mídia electrónica, também acelerou a destruição de valores morais tradicionais.”“Segundo, a mídia de massa afectou a interacção nas famílias. (…) O adolescente comum assiste a quase três horas de televisão; o uso normal por família é de mais de seis horas. (…) os adolescentes passam 2.800% mais tempo com as histórias em quadradinhos e Madonna do que com as mães e os pais!”“Terceiro, os filmes e a televisão apresentam um modelo totalmente irreal dos actos e suas consequências. (…) Mas, ainda mais venenoso, é o impacto de uma dieta diária de personagens e espectáculos que mostram pouquíssima distinção entre o certo e o errado e pouca ligação entre os actos da pessoa e as consequências resultantes do seu comportamento.”Certo ou Errado; pág. 56
14. A democracia que carrega com todas as suas inegáveis virtudes de liberdade e respeito, deixou-se invadir por vírus que estão a destruir as bases que a fundamentaram e lhe deram origem. Liberdade não é libertinagem.
15. Um falso conceito de tolerância.
Referências de autores cristãos: “… a nossa sociedade enfatizou de tal forma a escolha pessoal e a tolerância que praticamente toda uma geração de jovens acabou rejeitando um padrão absoluto para o que é certo ou errado."Certo ou Errado; pág. 33
III. PRINCIPAIS FOCOS DE ALTERAÇÃO DE VALORES MORAIS
1. Individualismo, ausência de amor cristão e de submissão.
2. Família: ligações ocasionais, divórcio, famílias monoparentais, ligações de facto, casamento aberto, uniões domésticas, famílias mistas, … “Sem risco. Sem compromisso. Sem enganos.”
3. Sexualidade: pornografia, homossexualidade, adultério, relações prémaritais,
4. Ética da vida: aborto, eutanásia, clonagem, …
5. Violência
6. Consumismo
IV. ESTRATÉGIA BÍBLICA FACE ÀS MUDANÇAS MORAIS
1. Começar com Deus e com a Sua natureza de santidade, justiça e amor
Referências de autores cristãos: “Quando você acredita que existe um padrão objectivo para distinguir o certo do errado – que determinadas coisas são certas para todas as pessoas, em todas as épocas e em todos os lugares – reconhece então que existem regras morais e éticas fundamentais que operam independentemente de sua opinião pessoal.”Certo ou Errado; pág. 37
“(…) É impossível chegar a um padrão objectivo, universal e constante de verdade e moralidade sem colocar Deus no palco. Se existe um padrão objectivo de verdade e moralidade, ele não pode ser produto da mente humana (ou não será objectivo); deve ser produto de outra Mente. Se existe uma verdade constante e imutável, ela deve superar as linhas temporais humanas (ou não seria constante); deve ser eterna. Se existe uma regra universal de certo e errado, ela deve transcender a experiência individual (ou não será universal); deve estar acima de todos nós. Todavia, a verdade absoluta deve ser algo – ou Alguém – que seja comum a toda a humanidade, a toda a Criação.”Certo ou Errado; pág. 105
“A razão de pensarmos que há coisas justas e injustas é porque o nosso Criador é um Deus justo.A razão pela qual amor é uma virtude e o ódio é um vício é que o Deus que nos formou é um Deus de amor. A razão pela qual a honestidade é certa e o engano é errado é que Deus é verdadeiro.A razão pela qual a castidade é moral e a promiscuidade imoral é que Deus é puro.E a razão de tantos de nossos jovens não saberem distinguir entre o real e o falso, entre a verdade e o erro, entre o que é moral e o que é imoral, é que muitos pais deixaram de medir em comparação com o original. Todos fomos influenciados pelo distanciamento cultural de Deus como centro de todas as coisas. Nossa cultura rejeitou a Fonte da Verdade e tentou implantar suas próprias ideias de certo e errado. (…) inúmeros pais, líderes da juventude e professores hoje, medem o certo e errado pelas suas próprias ideias, em vez de pelo carácter de Deus. Não basta dizer: ‘Você e eu sabemos que o que você está fazendo é errado!’ Não é o que eu sei nem o que você sabe que torna a coisa errada; é o que Deus é que a torna errada.Os pais e outros adultos com frequência comunicam aos jovens que suas acções violam o código de decência, de ética ou de moral do adulto. Isto seria perfeitamente apropriado se a verdade absoluta fosse definida pelo indivíduo. Mas não é. É Deus, e Deus somente, quem determina a verdade absoluta. A verdade é objectiva porque Deus existe for a de nós; é universal porque Deus está acima de tudo; é constante porque Deus é eterno. A verdade absoluta é absoluta por ser originária do original. (…) fazemos bem em adoptar os padrões divinos, mas devemos estar certos de que nossos jovens compreendem que o certo e errado não são medidos pelos nossos próprios padrões, mas pela natureza e pelo carácter do próprio Deus – o original.”Certo ou Errado; pág. 106
“Não acredito que seja coincidência que o temor do Senhor tivesse desaparecido da nossa cultura – e das nossas igrejas – mais ou menos na mesma época em que a nossa moral começou a deteriorar.(…)Qual a solução para uma cultura que mudou de uma moral objectiva (centrada em Deus) para outra relativista (centrada no homem?) Como ajudamos uma família (ou uma pessoa) que não mais busca em Deus a definição de certo e errado? Devemos começar restaurando o temor do Senhor; ‘Porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim’. (Jeremias 32:40)O que falta a esta cultura e aos nossos jovens – e o que temo faltar a muitos de nós, como pais, avós, pastores, líderes de jovens e educadores cristãos – é um temor de Deus bíblico e saudável, como os profetas e apóstolos conheceram.”Certo ou Errado; pág. 110
“(…) ressaltei a firmeza do carácter de Deus: O que Ele sempre faz coincide sempre com o que Ele é.”Certo ou Errado; pág. 111
“Devemos temer a Deus porque Ele é Deus. (…)Devemos temer a Deus porque Ele é a Fonte de todas as coisas. (…)Devemos temer a Deus porque Ele ´e o juiz do bem e do mal. (…)Devemos temer a Deus porque Ele retém o poder da vida e da morte. (…)Devemos temer a Deus porque isso é para o nosso próprio bem.”Certo ou Errado; pág. 112
“A fim de desenvolver uma base moral forte em nossos jovens, devemos tentar ensiná-los, primeiro, a temer a Deus e, segundo, a reconhecê-lo como a base – o original – de toda verdade.”Certo ou Errado; pág. 116
“Primeiro, temos de determinar que lei ou mandamento se aplica, mas o importante é ver como essa lei tem origem e procede do carácter de Deus, e como ela reflecte o Seu amor e cuidado por nós. Meu propósito é fazer com que meus filhos conheçam o tipo de Deus a quem servimos e não apenas os tipos de lei que seguimos, e incutir neles uma base para avaliar – de modo objectivo – quais as verdades que são certas para todas as pessoas, em todas as épocas e em todos os lugares.”Certo ou Errado; pág. 117
“Mentir é errado porque Deus é verdadeiro. Roubar é errado porque Deus é justo. Odiar é errado porque Deus é amor. Estas coisas não são erradas porque a sociedade ou a igreja as rejeita, mas por serem contrárias à natureza e ao carácter de Deus.”Certo ou Errado; pág. 119
“Precisamos daquilo sobre o qual a Reforma foi construída daquilo que provém das próprias Escrituras – que Deus não é somente um Deus de amor, mas um Deus de santidade. É um Deus com individualidade. Nem todas as coisas são igualmente certas para Deus, e por isso temos nossos valores absolutos e nossos conceitos. Nós não permanecemos em silêncio como Wittgenstein o achou: Deus tem falado ao homem através de proposições.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 44
“Nosso conhecimento da existência de Deus deveria resultar em uma adoração desse Deus com todo o nosso ser, incluindo nosso intelecto.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 55
“Tanto a vida individual como a da comunidade giram em torno da existência de uma comunhão pessoal com Deus. Tudo gira em torno deste ponto. Não haveria realidade em nosso viver cristão e em nossa vida espiritual, seja individual ou colectiva, a não ser com base em uma comunhão pessoal com o Deus que está presente. E todo conceito de uma comunhão realmente pessoal com o Deus presente gira em torno do facto de que Deus existe e é pessoal e que eu, um homem, sou feito à sua imagem e, portanto, sou pessoal. Deus é infinito. Eu sou finito. Mas se ele é pessoal e eu sou pessoal, feito à sua imagem, é natural que eu deva estar em comunhão pessoal com o Deus presente.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 55
“Suponha que, quando acordássemos amanhã e abríssemos nossas Bíblias, percebêssemos que duas coisas haviam sido retiradas dela. Não como os liberais o fariam, mas que realmente tivessem sido retiradas. Suponhamos que Deus as tivesse subtraído, e que o primeiro item ausente fosse o poder real do Espírito Santo, e o segundo item, a verdade da oração. Consequentemente, seguindo as doutrinas das Escrituras, começaríamos a viver com base nesta nova Bíblia, na qual nada haveria sobre o poder do Espírito Santo e sobre o poder da oração. Deixe-me perguntar-lhe algo: Que diferença haveria hoje em comparação à maneira de agirmos no dia anterior?Realmente cremos que Deus está presente? Se cremos, vivemos de maneira diferente.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 57
2. Reforçar e em alguns casos repor a autoridade do Livro de Deus.
Referências de autores cristãos: “Porque Deus se expressou na Bíblia de maenira proposicional e verbalizada, podemos ter conceitos em relação ao conhecimento – não precisamos de nos perder entre a fantasia e a realidade -, aos costumes, à lei e à actividade social.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 45
Referências bíblicas: Mateus 4:4Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.
II Timóteo 3:16,17Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correcção, para a educação na justiça,A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.
I Pedro 1:22-25Tendo purificado as vossas almas, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos de coração uns aos outros ardentemente,Pois fostes regenerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente.Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente.Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada.
3. Compreensão do que a Bíblia diz a respeito do assunto. O pecado existe. A culpa também. Só em Jesus há perdão completo e total bem como possibilidade de mudança de vida. Arrependimento e conversão são essenciais para um novo estilo de vida.
Referências de autores cristãos: “(…) todos os homens têm pecado individualmente, e assim têm uma culpa moral perante Deus. Este é um tremendo contraste com o pensamento do século XX, segundo o qual o homem tem sentimentos de culpa, mas não culpa moral, porque não há absolutos ante os quais o homem seja, ou possa ser, moralmente culpado.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 58
“Se cada criança que nascesse em qualquer lugar do mundo tivesse um gravador pendurado no seu pescoço, e se esse gravador gravasse somente os julgamentos morais com os quais essa criança, enquanto crescesse, constrangesse outras pessoas, os preceitos morais poderiam ser bem mais baixos do que a lei bíblica, mas ainda assim seriam julgamentos morais. Afinal esses homens deparar-se-iam com o grande momento em que todos se chegariam perante Deus como juiz. Suponha então que Deus simplesmente tocasse o botão do gravador e cada pessoa ouvisse, com suas próprias palavras, todas aquelas afirmações pelas quais constrangia outras pessoas com julgamentos morais. Poderia ouvir durante anos – milhares e milhares de julgamentos morais feitos contra outros, não julgamentos estéticos, mas julgamentos morais. Então, Deus simplesmente diria ao homem, embora nunca tivesse ouvido a Bíblia:- Agora, onde você se coloca, à luz dos seus próprios julgamentos morais?”A Igreja do Final do Século XX; pág. 59
“(…) o homem precisa de absolutos, universais, enfim de algo em que basear seu julgamento.Se alguém não tiver uma base pela qual possa julgar, então a fantasia se torna indistinguível da realidade, não há valor para o indivíduo da realidade, não há valor para o indivíduo humano e o certo e o errado não têm significado.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 60
4. Desenvolvimento de uma investigação apologética da moral bíblica ou dos argumentos racionais que derivam das posições bíblicas.
Referências de autores cristãos: “Charles Sanders Pierce afirmou: ‘Cada homem tem plena convicção de que a verdade existe, caso contrário não faria pergunta alguma.”Certo ou Errado; pág. 102
“C. S. Lewis escreveu: ‘Sempre que encontrar alguém que diga não acreditar num verdadeiro Certo ou Errado, verá essa pessoa contradizer-se dentro em pouco. Ele talvez quebre uma promessa que fez a você, mas, se for você quem quebrar uma promessa feita a ele, com certeza ele se queixará, ‘Não é justo’, na mesma hora. Ao que aprece, portanto, devemos acreditar num verdadeiro Certo e Errado. As pessoas podem às vezes enganar-se quanto a isso, assim como alguns não sabem somar correctamente; mas não se trata de simples gosto e opinião, como também não acontece com a tabuada.”Certo ou Errado; pág. 102
“(…) embora nossos jovens possam apelar filosoficamente para o segundo modelo de verdade (a verdade é definida pelo indivíduo; ela é subjectiva e situacional), esperam que os outros os tratem de acordo com o primeiro modelo de verdade (a verdade é definida por Deus para todos; ela é objectiva e absoluta).Certo ou Errado; pág. 102
“Não há relativista que esperem ser tratados relativamente”.Certo ou Errado; pág. 103
“Os princípios ajudam a explicar o ‘porquê’ subjacente a uma ordem.Ao revelar aos nossos jovens os princípios em que se baseiam os preceitos de Deus, começaremos a equipá-los para aplicar o Teste da verdade às questões morais. Mas há uma verdade moral maior que transcende até os princípios para os quais a lei aponta, ou seja, a própria pessoa de Deus.Saber o que cremos sobre os preceitos de Deus (e até os princípios de verdade que estão por trás desses preceitos), e não conhecer a Pessoa de quem eles procedem, é inútil. Frequentemente enfocamos a lei de Deus e jamais vemos as suas extensões – o que ela nos ensina sobre o carácter de Deus. O propósito final de Deus em cada preceito é levar as pessoas ao conhecimento Dele mesmo.”Certo ou Errado; pág. 121
“O TESTE DA VERDADE:PRECEITO – PRINCÍPIO – PESSOA”A palavra de Deus está cheia de PRECEITOS – mandamentos incluídos para o nosso bem. Os PRINCÍPIOS são as ‘razões’ subjacentes aos preceitos, e a PESSOA por trás dos princípios é o próprio Deus. Quando nos movemos do PRECEITO para o PRINCÍPIO, isto leva à própria PESSOA de Deus. É por meio do Teste da Verdade que comparamos as nossas atitudes e acções com o carácter e a natureza de Deus.”Certo ou Errado; pág. 122
“A lei de Deus não é um fim em si mesma. Alguns dos Seus mandamentos eram ilustrativos, outros eram práticos, mas todos eram e são – uma expressão do Seu carácter.”Certo ou Errado; pág. 123
“(…) uma questão primária para a juventude que frequenta a igreja é a relevância e a praticidade da verdade. Em outras palavras, nossos jovens querem ver uma evidência de que os padrões morais se aplicam a eles de maneira prática. Eles querem saber se há benefícios num estilo de vida moral. (…)”Certo ou Errado; pág. 128
“Muitas pessoas – inclusive os nossos jovens – reagem às leis de Deus da mesma maneira que os jovens reagem às minhas regras sobre cintos de segurança. Elas consideram os mandamentos Dele proibitivos. Acham a moral bíblica restritiva. Não conseguem ver os benefícios de um estilo de vida moral. Precisam de ajuda para reconhecer que as ordens de Deus, como as de um pai amoroso – ‘não ponha a mão no fogo’, ‘olhe dos dois lados antes de atravessar a rua’, ‘coma a verdura’ – não têm como propósito estragar a nossa alegria e nos tornar infelizes.Deus deu ordens, tais como ‘Fuja da imoralidade sexual’, ‘Maridos, amem suas mulheres’ e ‘Não cometa adultério’, assim como todos os outros mandamentos, porque queria dar-nos protecção e provisão. Ele não despejou esses preceitos na Bíblia só porque gostava deles; não inventou essas regras para ser um desmancha-prazeres ou mostrar Sua autoridade; Ele as deu porque sabia coisas que nós não sabíamos. Ele sabia, por exemplo, que a imoralidade sexual é um caminho que não leva ao prazer e à realização, mas ao vazio e à frustração.”Certo ou Errado; pág. 129
“Deus deu Seus mandamentos para o nosso bem! (…) Precisamos reforçar repetidamente para os nossos jovens que toda verdade vinda do carácter absoluto de Deus é para o bem deles.”Certo ou Errado; pág. 130
“Bill Hybels escreve:O Senhor nos diz especificamente que os Seus mandamentos nunca são penosos (I João 5:3). Ele não quer dizer necessariamente com isto que eles sejam fáceis de cumprir. Pelo contrário. Ele nos diz que Seus mandamentos nunca são insensatos. Nunca são desnecessários ou simplesmente arbitrários. Ele não nos força a observar formalidades sem sentido, nem impõe sobre nós regras sem valor.Pelo contrário, toda directriz, toda lei, todo imperativo na Bíblia foi preparado com infinita sabedoria. Eles não foram dados não só para honrar a Deus, como também para beneficiar-nos. O livro inteiro de Deuteronómio, por exemplo, é um atestado desta verdade. Neste livro, Moisés declara repetidamente que Deus deu os mandamentos para o nosso bem e promete abençoar-nos se nós obedecermos a eles.”Certo ou Errado; pág. 131
“Devemos ter cuidado, porém, em discutir a protecção e provisão que resultam de conhecer e seguir a verdade, não dando a impressão de que coisas más não acontecem para pessoas de boa moral, nem que as pessoas que se envolvem na imoralidade nunca são felizes. (…)A Evidência da Verdade não pretende que a moralidade seja sempre recompensada e a imoralidade sempre punida. Ela considera apenas os imperativos morais de Deus como fornecendo um guarda-chuva de protecção e provisão, sob o qual os prudentes buscam refúgio. Como já dissemos, o pecado promete satisfação imediata e quase sempre proporciona prazer temporário. Algumas das consequências do pecado ou das recompensas da rectidão só podem ser medidas depois desta vida.(…) não comunicar a impressão de que os mandamentos de Deus são verdadeiros por serem benéficos.”Certo ou Errado; pág. 132
“A obediência aos mandamentos de Deus não só nos protege do perigo, como também permite que Deus faça provisão para nós, algumas vezes de maneira surpreendente.(…) Obedecer às verdades de Deus não significa desistir dos prazeres do sexo e do lazer, da satisfação e da liberdade; significa estar livre para gozar do sexo máximo, do lazer máximo, da satisfação máxima, da liberdade máxima e da maneira pretendida por Deus.”Certo ou Errado; pág. 136
“Se quisermos incutir padrões bíblicos de certo e errado em nossos jovens, devemos ficar alertas para cada oportunidade de comunicar que amoral pode ser compreendida se a associarmos com:princípiopreceitoPessoaE que a maioria das escolhas morais pode ser avaliada investigando qual escolha nos dará:ProtecçãoE provisão.”Certo ou Errado; pág. 157
Referências bíblicas: Deuteronómio 10:12,13“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor requer de ti? Não é que temas o Senhor teu Deus, andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma,para guardares os mandamentos do Senhor, e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem?
I João 5:3Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos,
3. Ensino relevante na Igreja local (valorização da própria Igreja local). A Igreja deve viver o que prega.
Referências de autores cristãos: “Nossas organizações cristãs devem ser comunidades nas quais outros vejam o que Deus tem revelado no ensinamento de sua Palavra.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 49
“Podemos pregar a verdade. Podemos pregar a ortodoxia. Podemos mesmo nos levantar fortemente contra a prática da falsidade. Mas se outros não podem ver algo de belo em nossas relações humanas, se não podem ver que, com base no que Cristo realizou, as nossas comunidades cristãs podem parar de discutir, de lutar, de brigar, então não estamos vivendo convenientemente.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 50
“A menos que o povo veja em nossas igrejas não somente a pregação da verdade, mas a prática da verdade, do amor, do que é belo; a menos que veja que o que os humanistas certamente querem, mas não podem alcançar em uma base humanista – a comunicação e a afinidade humana – pode ser praticado em nossas comunidades, então deixe-me dizer claramente: eles não ouvirão e não devem ouvir.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 51
6. Revitalização da Escola Dominical desde as classes dos níveis etários mais baixos.
7. Formação da liderança para saber como abordar as questões relativas à moral do ponto de vista bíblico e científico.
8. Estratégias de envolvimento das famílias, pais e filhos, na Igreja local.
9. Reforço das defesas da família e incentivo à instrução bíblica de pais e filhos
10. Distinguir entre costumes passageiros e valores morais que permanecem porque estão ligados à natureza de Deus e à Sua revelação.
11. Denunciar as estratégias manipuladoras da sociedade moderna.
Referências de autores cristãos: “É óbvio o futuro está aberto à manipulação. Quem executará essa manipulação? A nova elite, ao lado de um conservadorismo totalitário, ou outra elite? Seja qual for o lado vitorioso – quem conquiste o poder político ou cultural no futuro – terá à sua disposição técnicas de manipulação como nenhum governo totalitário do passado jamais teve. Nenhuma destas possibilidades são apenas futuras; elas existem hoje, aguardando serem usadas pelos manipuladores.(…)A manipulação científica.A manipulação da lei.A manipulação da história.A manipulação da religião.A manipulação no teatro e na arte.A manipulação na televisão.A manipulação química e electrónica.A Igreja do Final do Século XX; pág. 109
12. Denunciar as consequências claras do que é errado e imoral segundo o padrão absoluto da natureza de Deus e que está contido na Sua revelação.
Referências de autores cristãos: “A escolha é, literalmente, a verdade ou as consequências.”Certo ou Errado; pág. 40
V. EVANGELIZAÇÃO E MUDANÇA DE VALORES
1. A lei leva-nos a Cristo como um aio. Através dela podemos entender a necessidade de perdão e transformação para podermos viver de uma forma diferente.
2. Não é possível viver como cristão sem antes experimentar o novo nascimento que nos torna cristãos. Neste sentido as pessoas precisam mais do que dos valores cristãos a revelação de que necessitam nascer de novo para verem o reino de Deus.
Referências de autores cristãos: “E na morte vicária de Cristo, morte de cruz que ocorreu no espaço, no tempo e na história, encontramos o caminho para que a nossa verdadeira culpa seja removida e para que o homem retorne à comunhão com Deus.”A Igreja do Final do Século XX; pág. 45
3. Depois do novo nascimento com a presença do Espírito Santo e do Seu poder operando em nós é possível começar a viver de acordo com os padrões morais bíblicos.
VI. DISCIPULADO E VALORES MORAIS BÍBLICOS NA VIVÊNCIA CRISTÃ
1. O discipulado é fundamental para que o novo crente entenda o estilo de vida cristão através do estudo da Palavra e através do exemplo.
Referências de autores cristãos: “O modelo de Deus para ensinar a verdade aos jovens não exigia apenas um processo constante; Ele também prescreve um método relacional. Devemos ensinar diligentemente quando nos sentamos, andamos, deitamos e levantamos. Em suma, Deus quer que os pais ensinem as Suas verdades em cada interacção do relacionamento com os filhos – até as mais mundanas. (…)”Certo ou Errado; pág. 147
“Quem quer que deseje transmitir valores bíblicos a alguém deve começar desenvolvendo uma relação forte e positiva com essa pessoa.”Certo ou Errado; pág. 149
“(…) regras sem relacionamento acabam em rebelião.” Certo ou Errado; pág. 151
“Quer saiba ou não disso, você também está sendo observado. E aquilo que você vive – deliberada ou acidentalmente – comunica de maneira poderosa as suas convicções sobre certo e errado, sobre moralidade e imoralidade.”Certo ou Errado; pág. 153
“O homem ou mulher que estiver praticando a verdade será muito mais eficaz em comunicar padrões bíblicos à próxima geração, do que aqueles que tentam ensinar sem praticar. A sequência é importante.”Certo ou Errado; pág. 155
“(…) grande parte da educação envolve repetição e revisão.”Certo ou Errado; pág. 156
“Vivemos em uma geração que não crê que algo como a verdade seja possível, e se você pratica a falsidade enquanto prega a verdade, os verdadeiros pensadores entre os jovens dirão simplesmente: ‘Besteira!’”A Igreja do Final do Século XX; pág. 49
Referências bíblicas: Deuteronómio 6:4-9Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força.Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração;Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado, em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te.Também as atarás como sinal na tua mão e te serão por frontal entre os teus olhos.E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.
VII. EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO E APLICAÇÃO BÍBLICOS
1. O valor da palavra de Deus (Salmo 1, 119)
2. O Sermão da Montanha (Mateus 4)
3. A excelência do amor (I Coríntios 13)
4. Princípios práticos da vida (estudo no livro de Provérbios)
5. A tolerância para com os fracos na fé (Romanos 14, I Coríntios 10:23-33)
VIII. BIBLIOGRAFIA DE LEITURA ACONSELHÁVEL NESTE DOMÍNIO
CERTO OU ERRADOJosh MacDowell e Bob HostetlerEditora Candeia Nossos jovens estão enfrentando uma crise de verdade.As manchetes enfatizam diariamente a violência nas escolas, crianças vendendo drogas, mortes cometidas por gangues, e sexo entre adolescentes em escala cada vez maior – o comportamento natural de uma geração que perdeu a fé no que é certo e errado objectivamente. Para eles a verdade é uma questão de gosto; a moral, uma preferência individual.Esses não são os jovens do outro lado da rua; trata-se dos jovens de nossas igrejas, de nossas famílias. Os líderes da igreja e os pais estão penosamente conscientes de que seus filhos estão se distanciando dos valores bíblicos, em uma escala alarmante.
CONTRACULTURA CRISTÃJonh R. W. StottEditora ABU A Mensagem do Sermão do Monte“Acima de tudo, quis deixar o próprio Sermão falar, ou melhor, deixar Cristo proferi-lo novamente, desta vez ao mundo contemporâneo. Assim, procurei encarar com integridade os dilemas que o Sermão levanta para os cristãos de hoje, e não esquivar-me deles, já que Cristo não nos deu um tratado académico, calculado simplesmente para estimular a mente. Eu creio que ele desejava que o seu Sermão do Monte fosse obedecido. De facto, se a igreja tivesse aceitado realisticamente os seus padrões e valores, como aqui demonstrados, e tivesse vivido por eles, ela teria sido a sociedade alternativa que sempre tencionou ser, e poderia oferecer ao mundo uma autêntica contracultura cristã” (John Stott)
CRISTIANISMO BÁSICOJ. R. W. StottEditora Vida Nova O que significa ser um verdadeiro cristão.
ESTUDOS NO SERMÃO DO MONTEMartyn Lloyd-JonesEditora Fiel “Tenho lido obras sobre o Sermão do Monte durante os últimos trinta anos e, apesar de saber, e frequentemente ter dito que o Dr. Martyn Lloyd-Jones é o maior expositor da Palavra de Deus em qualquer púlpito de língua inglesa nos dias de hoje, eu não estava preparado para o que estas páginas me apresentaram. Minha opinião é a de que temos neste volume, a mais profunda sondagem do coração de todas as exposições do Sermão do Monte já publicadas no século vinte.” (Wilber M. Smith)
GRANDES QUESTÕES SOBRE O SEXOJohn StottEditora Vinde Jamais em toda a história, as questões sobre sexo estiveram tão presentes em discussões e debates nos mais diversos segmentos da sociedade, como em nossos dias. Este livro aborda temas como: A Relação entre o Homem, a Mulher e Deus; A Questão do Feminismo; Igualdade de Direitos; Responsabilidades Conjugais; Casamento e Divórcio; O Dilema do Aborto; A Revolução de Hábitos; Homossexualismo; Proibições Bíblicas; Sexo e Casamento na Visão Bíblica.
IGREJA DO FINAL DO SÉCULO XX, AFrancis A. SchaefferEditora Ultimato Quais os desafios da Igreja nesse final de século?Para Francis Schaeffer, esta geração enfrenta um desafio peculiar e exclusivo: o de estar mergulhada em uma cultura pós-cristã, onde valores do Reino de Deus não fazem sentido – a não ser pelo facto de as pessoas ainda não terem sido capazes de assumir integralmente sua afirmação de que Deus está morto.Como chegamos a este crepúsculo do cristianismo? O que essa minoria silenciosa e acuada – que, para espanto de muitos, ainda crê na Bíblia como Palavra de Deus – pode fazer para reassumir seu papel de sal e luz na sociedade? Como entender o que está acontecendo à minha volta e me colocar ao serviço do Reino?A Igreja está preparada para apresentar à sua geração respostas e propostas concretas, desafiadoras e redentivas?São estas algumas das questões que permeiam a Igreja do Final do Século XX. Um livro indispensável para homens e mulheres das nossas igrejas.
RESPOSTA À CALAMIDADECaio FábioEditora Vinde Como resistir diante de tamanha criseNos dias actuais vivemos em constante guerra frente à crise económica, política, ética e moral. As batalhas são diárias e o inimigo coloca-se diante de nós com apetite voraz.Como resistir diante de tamanha crise?Qual o perfil do homem deste século?Quais as atitudes que se deve tomar?Neste livro você encontrará várias respostas às mais variadas perguntas com relação a este tema tão presente em nosso quotidiano.
Samuel R. Pinheiro